Marcos Neves diz a verdes que está firme no PV e quer apoiar candidaturas fortes em 2018

Marcos Neves diz não ter interesse nenhum em deixar o PV

Marcos Neves diz não ter interesse nenhum em deixar o PV

Para fortalecer a união e a organização, a coordenação do Partido Verde Bacia 6 promoveu reunião na noite de segunda-feira (26/6), na sala de eventos da Associação Comercial, em Carapicuíba. Dentre os participantes, o prefeito da cidade, Marcos Neves; Carlos Marx, presidente do PV Osasco, porta-voz regional e dirigente estadual da sigla; vereadores e presidentes municipais.

Na oportunidade, foram abordados temas como voto distrital, lista de pré-candidatos ao pleito de 2018 e ações municipais dos verdes. O médico Wilson Marcelino, anfitrião do encontro e presidente do PV Carapicuíba, discorreu sobre a crise política nacional e regional. “O PV defende plenamente o parlamentarismo. E temos bandeiras históricas como o meio ambiente e a diversidade”. Wilson defende que os verdes da Bacia 6 assumam compromisso de lançar um candidato a deputado federal e um a estadual, unindo esforços para elegê-los.

Carlos Marx fez um balanço sobre o desempenho do partido nas últimas campanhas eleitorais, alertando para a importância de um trabalho permanente voltado para o crescimento do PV nos municípios e na região. Comentou sobre encontro estadual da legenda a ser realizado em 5 de agosto, no interior do Estado, e sobre a recente pesquisa do Datafolha.

“A pesquisa do Datafolha divulgada domingo passado, 25/6, mostra que a popularidade do Partido Verde vem num crescente. O PV é um dos seis partidos preferidos pelos brasileiros e ocupa o quarto lugar dentre os mais citados pela população, alcançando 1% da preferência dos entrevistados na pesquisa”, disse Marx.

O prefeito Marcos Neves falou da necessidade de reorganizar a legenda para o fortalecimento do PV no próximo pleito eleitoral. “Ao contrário do que alguém falou, não tenho interesse nenhum em deixar o PV. Defendo que nosso partido lance candidaturas fortes. Hoje temos seis deputados estaduais e devemos trabalhar para que nossa bancada volte a ter pelo menos os nove deputados que elegemos em 2010. Nosso desejo é ter candidatos fortes em nossa região”.

Neves salientou que o partido deve refletir bastante sobre o lançamento de candidatos próprios ao governo do Estado e à Presidência. Segundo ele, o PV deve apoiar candidaturas fortes que ajudem a ampliar sua presença nos parlamentos.

Toninho Amizade, vereador por Jandira, reforçou a necessidade de valorizar a legenda para avançar nas próximas eleições, já pensando também nas estratégias para as eleições de 2020.

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“É importante termos candidatos a deputado estadual e federal na nossa região. O Penna está aberto para conversar com todos da nossa Bacia”, disse Sandra Gama, presidente do PV de Embu das Artes. O presidente nacional do PV, José Luiz de França Penna, já atuou como deputado federal e vereador por São Paulo. Atualmente, é secretário Estadual da Cultura.

“Estou disposto a trabalhar para o crescimento do PV na minha cidade”, resumiu o vereador por Carapicuíba, Cesar Augusto José, popularmente conhecido como Guto.

Também vereador por Carapicuíba, Valdemar Bovo discorreu sobre a ideologia do PV e reforçou seu desejo de trabalhar duro para ter uma cidade mais bonita, limpa e, principalmente, diminuir a criminalidade da cidade.

Aristides Pinheiro, do PV Cotia, falou da necessidade de reorganização da legenda local, com pessoas profundamente comprometidas para que a sigla cresça e se consolide no município.

A defesa de interesses partidários em âmbito regional e municipal foi lembrada por Antonio Beserra Lima, vereador PV Carapicuíba.

O PV Bacia 6 engloba 13 cidades. São elas: Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Taboão da Serra.

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Reunião do PV Bacia 6 será na segunda, 26

Na próxima segunda-feira (26/6), às 19 horas, haverá reunião dos verdes do PV Bacia 6. O encontro será no salão de eventos da Associação Comercial, localizado na Avenida Sandra Maria, 28, centro, Carapicuíba, SP.

Em pauta, continuidade das discussões da estratégia e formatação da lista de candidatos a deputados (federal e estadual) nas eleições de 2018, organização partidária local e programação regional de eventos públicos coletivos.

Contamos com a presença de todos.

Contamos com a presença dos dirigentes e vereadores do partido.

Carlos Marx
Porta-voz PV Bacia 6

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Política não é isso que estamos vendo. É a arte do diálogo, da busca pelo consenso. O Partido, que sempre esteve na vanguarda, lutou contra a ditadura, pela redemocratização, pelas diretas já e anistia. E hoje continua a defender a política com ética, com diálogo e a construção de uma sociedade econômica, política e social mais justa e igual.

Nesse momento conturbado da nossa história, o presidente do PV, José Luiz Penna afirma a necessidade de equilibrar as forças que atuam no cenário institucional para garantir avanços na economia, no meio ambiente e nos direitos humanos e democráticos.

As mulheres no partido são protagonistas na luta pela democracia, autonomia e liberdade.
O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho reconhece os avanços na área ambiental, mas alerta para a importância de manter a defesa dos nossos biomas, como garantia de vida no planeta terra.

Nesse cenário de frustração, o Partido Verde convoca a sociedade, os jovens,as mulheres e os homens que fazem esse Brasil grande, a tomar parte da história. Lembra que no ano que vem teremos eleições e não podemos errar de novo. Pra isso, cada um tem de pesquisar e conhecer quem são os candidatos que vão se apresentar. É responsabilidade de todos os rumos que o país vai seguir.

Vídeo do Programa Nacional do PV

Fonte: PV Nacional

PV da região Oeste reúne-se em Osasco e planeja eleger dois deputados, em 2018

Dirigentes municipais e vereadores de 13 cidades da região Oeste, que compõem o Partido Verde da Bacia 6, reuniram-se na noite desta segunda-feira (29/5), na sede do PV Osasco, para fortalecer a união partidária, trocar ideias sobre os novos mandatos e debater as estratégias para as eleições de 2018.

Carlos Marx, presidente do PV Osasco e porta-voz dos verdes da região, fez um breve histórico da sigla no município, assinalando ganhos e os novos desafios. O dirigente lembrou que a última eleição teve um período curto de duração e mesmo com poucos recursos os verdes foram para as ruas com propostas concretas para a sociedade e conseguiram reeleger o vereador Cláudio da Locadora, o terceiro mais votado da cidade.

“Em 2016, elegemos o prefeito de Carapicuíba, Marcos Neves, e 13 vereadores em 7 cidades. Nossas ações devem ser crescentes para garantir a unidade e o crescimento do partido para chegarmos a uma vitória expressiva em 2018, quando o povo brasileiro vai votar pela renovação. E quem mais que o PV representa a mudança? ”, ressaltou Marx.

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Carlos Zicardi, presidente do PV Barueri, destacou a importância da união partidária, com objetivo de se eleger no mínimo dois deputados na região, proposta que também foi defendida pelo vereador Professor Paulinho, de Itapevi.

A vereadora Ângela Maluf, PV Cotia, ressaltou o papel da mulher na vida pública. “Estou muito feliz e orgulhosa porque, após 30 anos, Cotia voltou a ter mulher na Câmara. Nosso partido quer mais espaço para a mulher na política e na vida partidária. Com força e mobilização vamos eleger mulheres deputadas em 2018”, resumiu.

O vereador de Osasco, Cláudio da Locadora, enfatizou que um verdadeiro “tsunami” está atingindo a política brasileira. “Em 2018, o que acontecerá nas eleições gerais? Temos que refletir sobre isso todos os dias. O PV é um partido muito respeitado pelo povo e isso poderá pesar bastante na hora do voto”, acentuou.

Todos os presentes fizeram uso da palavra acentuando a importância da fidelidade partidária, a necessidade de trazer mais jovens para a política, de estar cada vez mais sintonizado com os anseios populares.

Além dos dirigentes municipais Carlos Marx (Osasco), Wilson Marcelino (Carapicuíba), Carlos Zicardi (Barueri), Caritas Benitez (Jandira), Aristides Rodrigues (Cotia), Carlos Andrade (Taboão da Serra) e Gê, ex-prefeito de Jandira, marcaram presença na reunião os vereadores Cláudio da Locadora, Professor Paulinho, Dr. Vong e Beserra (Carapicuíba), Nelo Amorim (Barueri), Ângela Maluf (Cotia), Marcos Danilo “Markinhos” e Toninho Amizade (Jandira). Também a primeira e o segundo suplentes de vereador do PV Carapicuíba, Keila Maria e José Francisco.

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Dirigentes do PV Bacia 6 reúnem-se dia 29/5, em Osasco

A coordenação do Partido Verde da Bacia 6 convida o prefeito de Carapicuíba, Marcos Neves, os 12 vereadores eleitos nas cidades da região e os presidentes dos diretórios municipais para uma reunião do colegiado a ser realizada na segunda-feira (29/5), às 19 horas, na sede do PV Osasco, localizada à Avenida Maria Campos, 252, centro.

Na pauta propostas referentes à organização partidária regional e estratégias para as eleições de 2018. Está confirmada a presença de dirigentes da Estadual.

“Contamos com o apoio de todos os líderes verdes dos 13 municípios da bacia para mobilizar os vereadores e garantir a importante presença dos companheiros e companheiras”, disse Carlos Marx, porta-voz da Bacia 6 e presidente do PV Osasco.

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Kaká Werá fala sobre o atual momento enfrentado pelos povos indígenas

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De origem indígena, Kaká Werá é filiado ao Partido Verde há sete anos, secretário de políticas indígenas no partido, Kaká leciona desde 1998 na Universidade da Paz (UNIPAZ), instituição de ensino superior que tem sede em Brasília e possui núcleos em diversos estados do Brasil. O índio paulistano também é o fundador do Instituto Arapoty, voltado à difusão dos saberes indígenas por meio da educação e de saberes sociais, e faz parte da rede Ashoka de Empreendedores Sociais. Neste Dia do Índio Kaká concedeu a entrevista para o site do PV e falou sobre o atual momento pelo qual passam as etnias indígenas, o papel do Estado neste contexto e a importância de políticas e atitudes verdes na educação de novos saberes.

Como você avalia, no recorte de direitos humanos, a situação de indígenas, na atualidade, sob a pressão de grandes obras de infraestrutura, como hidrelétricas, e Projetos de Lei e ações governamentais de diminuição de terras indígenas?

Kaká Werá: A pressão de grandes obras de infraestrutura em locais que por direito é destinado à povos indígenas ou à preservação ambiental é uma ação permanente e desestruturante social e ecologicamente não somente para as comunidades locais, mas para todos nós. Quando eu digo “nós” eu quero dizer todos os brasileiros em particular e todos os seres humanos em geral. Parece exagero, mas atualmente temos a própria ciência para demonstrar o estrago global quando um pedaço de ecossistema é destruído. Não sou contra obras de infraestrutura, mas atualmente temos tecnologia e inteligência para realizar obras de mínimo impacto e ecologicamente viáveis. De modo que essa questão ultrapassa a linha dos direitos humanos. Essa questão é de uma ordem bem maior, envolve um paradigma civilizatório. Que é, de um lado o desenvolvimento impulsionado pela cobiça e ganância, e do outro lado um desenvolvimento baseado no cuidado ambiental e no respeito à pluralidade de culturas tradicionais.

Com relação aos Projetos de Lei de diminuição de terras indígenas, eles estão baseados em uma patologia que domina parte dos congressistas: ignorância vestida de corrupção e ganância. Observe que todos os que defendem a diminuição de terras são os mesmos que amealharam milhões de empreiteiras e que estão na temida lista da Lava Jato. São indivíduos decadentes moral e eticamente, mas que se arvoram e se fortalecem de conluios no poder legislativo. Nesse sentido, temos que fazer um esforço muito grande, enquanto sociedade civil, para tirá-los de lá pelo voto consciente.

O que difere os períodos anteriores passando pelo descobrimento, colonização e governos no tocante ao contexto indígena do Estado Democrático de hoje e seus direitos conquistados? – Há armadilhas nesse no suposto Estado de Direito, em sua avaliação?

Kaká Werá : Da época da colonização para cá houve até certa evolução no relacionamento com os povos indígenas. No início, foram escravizados, depois com a substituição pela escravização africana foram perseguidos para serem mortos e desde esse momento foram considerados “estorvo” para o progresso. Somente depois da metade do século XX é que começou a haver um interesse mais humanista pela diversidade étnica brasileira. Com o advento da democracia também vem o movimento de cidadania indígena. O nosso desafio hoje é sair da armadilha assistencialista que o Estado promove e ganhar autonomia social. Não dá para a sociedade continuar ignorando o índio cidadão: que estuda, se forma e que adquire novos conhecimentos antes privilégios somente de uma falsa sociedade “branca” e que mantêm os valores fixos nas suas raízes ancestrais e sagradas.

Durante a semana haverá diversas manifestações pelo País tendo seu ápice nesta quarta-feira (19), Dia do Índio, para alertar a sociedade dos retrocessos e ameaças aos direitos indígenas. Como será a atuação da Secretaria de Políticas Indígenas do Partido Verde?

Kaká Werá : Durante a semana dedicada ao “índio” diversas organizações das mais variadas matizes ideológicos estão preparando atos públicos. O que todas têm em comum é alertar para o perigo que estamos passando com a possibilidade de vermos os Projetos de Lei que destroem a natureza e desestabiliza mais ainda as comunidades indígenas se tornando oficiais. Queremos alertar a sociedade brasileira que esses projetos beneficiam somente três tipos de pessoas: os executivos de empreiteiras, e os produtores de veneno para a terra, que chamam de “agrotóxicos” e os interessados em minério do subsolo amazônico. E podem ter certeza que os possíveis lucros monetários advindos disso não serão compartilhados com o cidadão comum e honesto, seja ele de classe baixa, média ou mesmo alta. Quem se beneficia é meia dúzia de pessoas que nem no Brasil vivem.

A Secretaria de Assuntos Indígenas do Partido Verde dialoga com algumas frentes como a Articulação de Povos Indígenas do Brasil (APIB), Ongs como o Instituto Arapoty e Instituto Uka, que reúne pensadores e intelectuais indígenas do País e promove algumas rodas de conversas entre Brasília e São Paulo buscando dialogar estas questões com a sociedade civil. Utilizam para isso, dos espaços culturais e das escolas, com apresentações de cinema e literatura produzida por cidadãos indígenas como estratégia para promover reflexões.

Faça uma reflexão análise sobre a atual situação das etnias indígenas do Brasil e deixe uma mensagem final em referência ao Dia do Índio.

Kaká Werá : O Estado brasileiro viciou durante o período do militarismo no Brasil e até o presente momento o assistencialismo barato que causou uma enorme dependência social de muitos povos indígenas. Hoje, o governo não dá conta nem de suprir essa política assistencialista. Infelizmente, muitas lideranças indígenas exigem o retorno desse tipo de política pública que representa um retrocesso tanto para a própria cultura indígena como para a sociedade brasileira como um todo. A Secretaria de Assuntos Indígenas do Partido Verde defende o desenvolvimento e a valorização da economia criativa através da arte, do artesanato e do conhecimento como uma estratégia para a emancipação de pessoas e comunidades indígenas tanto nas regiões que se limitam entre a floresta e as cidades como nos centros urbanos. Com isso, queremos transmitir a seguinte mensagem: a sociedade que queremos deve ser sustentável: social, ecológica e economicamente.

Fonte: PV Nacional

PV indio 2017

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