Lixo contribui para a poluição do Rio Tietê

Tiete

Os córregos sujos contribuem para a poluição do Rio Tietê. É preciso mais investimento em educação ambiental, ampliar o tratamento de esgoto no Alto Tietê e na Grande São Paulo, tratar o esgoto, etc.

Mesmo tendo financiamento internacional e federal, além de recursos do governo estadual, após 25 anos de implantação do Projeto Tietê ainda há muito a ser feito.

Desde 1992, a Sabesp administra o projeto cuja finalidade é expandir a coleta e o tratamento de esgoto na Grande São Paulo e, consequentemente, despoluir o rio.

Dia_Sem_carro

“OUÇA, TEMER”

Temer
Por Fernando Gabeira

Tenho discretas razões para supor que Temer compreenderá o equívoco de abrir para a mineração, na Amazônia, uma área do tamanho da Dinamarca. No passado, ele se tornou dono de terras em Alto Paraíso, e a comunidade que trabalhava há anos ali foi a Brasília pedir ajuda. Terras em Goiás foram distribuídas a políticos do PMDB. Temer nem sabia exatamente como eram e o que produziam. Pressionado pelos agricultores alternativos que trabalhavam ali, Temer resolveu abrir mão de suas terras e as doou à cidade de Alto Paraíso. Agora, não se trata apenas de alguns, mas de 47 mil hectares. As terras não são de Temer, mas do Brasil e, de uma forma indireta, de toda a Humanidade. Quando os militares criaram a reserva, a ideia era pesquisar e explorar os recursos de uma forma estratégica. Não creio que pensaram nisso como um momentâneo desafogo a uma crise econômica provocada pela incompetência e corrupção.

Não quero raciocinar em termos de estatal ou privado, ou mesmo de nacional ou estrangeiro. Depois que os militares criaram a reserva, muita água passou por baixo da ponte, ou mesmo por cima, com os eventos climáticos extremos.

No fim da década dos 1980, o Brasil ainda era um vilão internacional porque desmatava a Amazônia. Lembro-me de uma reunião de cúpula na Holanda em que Sarney não foi porque tinha medo de uma reação negativa. Na época, além das queimadas e de outros fatores, houve ainda o episódio de negarem passaporte a Juruna.

Com a realização da Rio-92, o maior encontro de estadistas no pós-guerra, o papel do Brasil começou a se alterar. De vilão ambiental, tornou-se um interlocutor importante e passou a ser visto como ator decisivo nos acordos sobre o aquecimento global. A Amazônia tornou-se para o mundo um espaço a ser preservado, respeitada a autonomia nacional sobre suas terras. Países como a Noruega acharam que se a Amazônia era importante para a sobrevivência de todos, deveriam investir nela em projetos sustentáveis. E fizeram isso.

Você mesmo esteve na Noruega, embora a tenha confundido com a Suécia.
A grande crise iniciada em 2008 e fatos posteriores, como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, enfraqueceram mas não destruíram a disposição planetária de contribuir com a Amazônia.

Sua decisão coloca em risco grande parte do trabalho feito por todos nós para recolocar o Brasil no âmbito dos países comprometidos com a preservação do planeta. E de uma certa maneira, despreza os potenciais investimentos em projetos sustentáveis em nome de uma saída que me parece anacrônica e predatória.

Tudo bem, Temer, você dirá que serão respeitadas as regras ambientais para a mineração. Mas quem percorre Minas Gerais e outros pontos do país constata rapidamente que elas não são respeitadas no Sudeste, onde teoricamente, concentrase o grosso da fiscalização.

No segundo decreto, você criou um comitê ligado à chefia da Casa Civil para monitorar as atividades de mineração nessa faixa que engloba parte do Amapá e do Pará. Não consigo me convencer disso. O chefe da Civil, Eliseu Padilha, é investigado por crimes ambientais no Mato Grosso e no Rio Grande do Sul. E as acusações são amplas, vão de desmatamento a construção de pistas de pouso clandestinas. Pouca gente sabe disso. Mas está disponível na internet e no próprio Supremo.

Além de arruinar o trabalho de construção da imagem nacional, o governo nos propõe uma fórmula de controle na qual a raposa toma conta do galinheiro. O namoro do PMDB com as riquezas naturais da Amazônia vem de longe. Romero Jucá é o mais destacado parlamentar buscando fórmulas para regulamentar a mineração nas terras indígenas.

Nesse momento, Temer, você está cedendo às piores influências no manejo da Amazônia. Se fosse simplesmente um opositor, talvez pudesse me alegrar com essa decisão. Antes de ser opositor, sou brasileiro e lamento ver o Brasil caindo de novo naquele desprezo internacional que sentimos em Haia, no fim da década de 1980. É uma ilusão você pensar que tudo dará certo. Até mesmo Padilha e Jucá, que devem estar comemorando, não percebem que estão atraindo um furacão contra eles. Deveriam ser mais discretos, mas a aposta é de levar tudo porque aqui não se pune ninguém.

No momento em que publico este artigo, estou tentando entrar na reserva, que não tem acesso fácil. O argumento de que garimpeiros clandestinos estão por lá não justifica esta abertura às grandes empresas. Aliás, Temer, existe uma possibilidade de você estar se deixando execrar inutilmente. As empresas que você quer atrair também estão no mundo e devem sofrer pesadas campanhas em seus países de origem.

Não me importa que você confunda Noruega com Suécia, Paraguai com Portugal, ou mesmo reviva a União Soviética. O essencial é não confundir a Amazônia com Goiás, onde tantas terras foram passadas a líderes do PMDB. É um lugar tão complexo, capaz de sepultar não apenas os sonhos pioneiros como o de Henry Ford, mas também as grandes trapaças.

Artigo publicado no Segundo Caderno do Globo em 03/09/2017

PV Bacia 6 se reúne em Barueri na próxima terça-feira (29/8)

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A coordenação do Partido Verde Bacia 6 conta com a presença dos dirigentes municipais das 13 cidades da região, do prefeito Marcos Neves, de Carapicuíba, e dos 12 vereadores eleitos em 2016 para participarem de reunião a ser realizada na próxima terça-feira (29/8), às 20 horas, no Plenarinho da Câmara Municipal de Barueri, localizado na Alameda Wagih Salles Nemer, 200,
Centro Comercial.

Em pauta, análise do cenário político e reforma política, organização partidária, programação regional de eventos, estratégia e formatação de candidaturas para a eleição de 2018.

Contamos com a presença de todos.

Carlos Marx
Porta-voz PV Bacia 6

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51º encontro do PV-SP discute reforma política, trabalho dos verdes no legislativo e mudanças no congresso nacional

Penna afirma que nação aspira ser uma democracia estável, sustentável e justa.

Penna afirma que nação aspira ser uma democracia estável, sustentável e justa.

Deputados (federal e estadual), prefeitos e vice-prefeitos, vereadores e dirigentes do PV marcaram presença no 51º Encontro Estadual do Partido Verde do Estado de São Paulo. O evento ocorreu no sábado (5/8), na Alesp, e abordou temas como reforma política, o trabalho dos verdes no poder legislativo, legislação eleitoral e as possibilidades de mudanças no Congresso Nacional, além de informes das secretarias de Organização, da Mulher e da Juventude. Dirigentes, vereadores e militantes do PV Bacia 6 também estiveram presentes, dentre eles Marcos Neves, prefeito de Carapicuíba.

A atividade deu início oficial à campanha da legenda visando às eleições de 2018. O PV-SP conta, hoje, com 32 prefeitos, 38 vice-prefeitos e mais de 400 vereadores em exercício no estado. Compuseram a mesa os dirigentes verdes Marcos Belizário (presidente estadual), José Luiz de França Penna (presidente nacional), o médico Eduardo Jorge (que foi candidato a presidente), Gilberto Natalini (secretário do verde e meio ambiente de São Paulo), Arnaldo Juste (presidente do PV da Capital), João Artur Camargo de Oliveira (secretário estadual do PV Jovem), Ana Acilda Silva (secretária estadual do PV Mulher) e demais autoridades.

Em sua fala, Penna destacou a importância em apontar um caminho seguro para o futuro. “Eleições diretas ou indiretas apontam para o mesmo dilema do País. Vamos dar um basta a esse presidencialismo de coalizão, sistema falido que agora vemos ruir sob o peso de sua natureza clientelista e corruptora. O PV propõe uma mudança radical de rumo, que faça com que o Brasil aprenda de vez a lidar com seus dilemas sociais e políticos, sem que sofra abalos institucionais a cada intervalo de tempo. O País precisa libertar-se de suas amarras, resgatar sua soberania política e, para isso, deve dar um passo condizente com uma nação que aspira ser uma democracia estável, sustentável e justa”.

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Reforma política

O PV está atento às discussões sobre a reforma política que prevê alterações no sistema político-eleitoral e institui um fundo com recursos públicos para financiar as eleições. Para que essas medidas tenham legitimidade nas eleições de 2018 elas terão de ser aprovadas na Câmara e no Senado, em 60 dias.

Outros pontos também em pauta estão relacionados ao fim das coligações, a aprovação de uma cláusula de barreira — ou desempenho — para dificultar a criação de novos partidos, e a antecipação da chamada janela partidária, que permite que um parlamentar vá para outra sigla sem perder o mandato.

Segundo Eduardo Jorge, o PV Nacional defende o parlamentarismo porque, dentre outras coisas, oferece oportunidades diferentes e quem toma as decisões é a maioria do Legislativo e o Executivo serve como base.

O médico explicou o que é distritão, financiamento de campanhas, proibição de financiamento de pessoa jurídica e esclareceu que não se pode centralizar a responsabilidade do poder em uma única figura. “A maior ameaça ao PV, que é um partido diferente, é ver seu programa de governo não vivido no cotidiano”, resumiu Eduardo Jorge.

Verdes de Osasco participam do evento.

Verdes de Osasco participam do evento.

Para Carlos Marx, porta-voz do PV Bacia 6 e presidente da legenda em Osasco, o encontro foi uma oportunidade de aprendizado e interação, além de uma oportunidade de compreender melhor os desafios para o próximo pleito eleitoral. O PV Bacia 6 já está se organizando para as eleições de 2018 e para tanto tem promovido reuniões regionais.

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O PV Bacia 6 engloba 13 cidades. São elas: Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Embu, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Taboão da Serra.

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Encontro Estadual do PVSP será neste sábado

PVSP

O 51º Encontro Estadual do Partido Verde de São Paulo, que acontecerá nas dependências da Assembleia Legislativa, será neste  sábado, 05 de agosto.

Clique aqui e inscreva-se.

 

Bacia 6 convida para 51º Encontro Estadual do PV-SP

pvsp

A coordenação do PV Bacia 6 convida prefeito, vereadores e dirigentes municipais para o 51º Encontro Estadual do Partido Verde, a ser realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) no dia 5 de agosto (sábado), das 9h às 18h. Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 201. Informações: (11) 886-6073 ou lidpv@al.sp.gov.br.

Segundo a comissão organizadora do encontro, estão sendo esperados deputados e membros das direções nacional/estadual, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e dirigentes municipais atuantes em mais de 500 cidades do Estado.

Hoje, o PV-SP conta com 32 prefeitos, 38 vice-prefeitos e mais de 400 vereadores em exercício em todo Estado. Se a regra eleitoral não mudar, a tarefa em lançar um maior número de candidatos em 2018 deve ser a tônica forte desse 51º Encontro Estadual.

O restaurante da ALESP funcionará exclusivamente para atender os participantes do evento.

Marcos Neves diz a verdes que está firme no PV e quer apoiar candidaturas fortes em 2018

Marcos Neves diz não ter interesse nenhum em deixar o PV

Marcos Neves diz não ter interesse nenhum em deixar o PV

Para fortalecer a união e a organização, a coordenação do Partido Verde Bacia 6 promoveu reunião na noite de segunda-feira (26/6), na sala de eventos da Associação Comercial, em Carapicuíba. Dentre os participantes, o prefeito da cidade, Marcos Neves; Carlos Marx, presidente do PV Osasco, porta-voz regional e dirigente estadual da sigla; vereadores e presidentes municipais.

Na oportunidade, foram abordados temas como voto distrital, lista de pré-candidatos ao pleito de 2018 e ações municipais dos verdes. O médico Wilson Marcelino, anfitrião do encontro e presidente do PV Carapicuíba, discorreu sobre a crise política nacional e regional. “O PV defende plenamente o parlamentarismo. E temos bandeiras históricas como o meio ambiente e a diversidade”. Wilson defende que os verdes da Bacia 6 assumam compromisso de lançar um candidato a deputado federal e um a estadual, unindo esforços para elegê-los.

Carlos Marx fez um balanço sobre o desempenho do partido nas últimas campanhas eleitorais, alertando para a importância de um trabalho permanente voltado para o crescimento do PV nos municípios e na região. Comentou sobre encontro estadual da legenda a ser realizado em 5 de agosto, no interior do Estado, e sobre a recente pesquisa do Datafolha.

“A pesquisa do Datafolha divulgada domingo passado, 25/6, mostra que a popularidade do Partido Verde vem num crescente. O PV é um dos seis partidos preferidos pelos brasileiros e ocupa o quarto lugar dentre os mais citados pela população, alcançando 1% da preferência dos entrevistados na pesquisa”, disse Marx.

O prefeito Marcos Neves falou da necessidade de reorganizar a legenda para o fortalecimento do PV no próximo pleito eleitoral. “Ao contrário do que alguém falou, não tenho interesse nenhum em deixar o PV. Defendo que nosso partido lance candidaturas fortes. Hoje temos seis deputados estaduais e devemos trabalhar para que nossa bancada volte a ter pelo menos os nove deputados que elegemos em 2010. Nosso desejo é ter candidatos fortes em nossa região”.

Neves salientou que o partido deve refletir bastante sobre o lançamento de candidatos próprios ao governo do Estado e à Presidência. Segundo ele, o PV deve apoiar candidaturas fortes que ajudem a ampliar sua presença nos parlamentos.

Toninho Amizade, vereador por Jandira, reforçou a necessidade de valorizar a legenda para avançar nas próximas eleições, já pensando também nas estratégias para as eleições de 2020.

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“É importante termos candidatos a deputado estadual e federal na nossa região. O Penna está aberto para conversar com todos da nossa Bacia”, disse Sandra Gama, presidente do PV de Embu das Artes. O presidente nacional do PV, José Luiz de França Penna, já atuou como deputado federal e vereador por São Paulo. Atualmente, é secretário Estadual da Cultura.

“Estou disposto a trabalhar para o crescimento do PV na minha cidade”, resumiu o vereador por Carapicuíba, Cesar Augusto José, popularmente conhecido como Guto.

Também vereador por Carapicuíba, Valdemar Bovo discorreu sobre a ideologia do PV e reforçou seu desejo de trabalhar duro para ter uma cidade mais bonita, limpa e, principalmente, diminuir a criminalidade da cidade.

Aristides Pinheiro, do PV Cotia, falou da necessidade de reorganização da legenda local, com pessoas profundamente comprometidas para que a sigla cresça e se consolide no município.

A defesa de interesses partidários em âmbito regional e municipal foi lembrada por Antonio Beserra Lima, vereador PV Carapicuíba.

O PV Bacia 6 engloba 13 cidades. São elas: Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Taboão da Serra.

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Reunião do PV Bacia 6 será na segunda, 26

Na próxima segunda-feira (26/6), às 19 horas, haverá reunião dos verdes do PV Bacia 6. O encontro será no salão de eventos da Associação Comercial, localizado na Avenida Sandra Maria, 28, centro, Carapicuíba, SP.

Em pauta, continuidade das discussões da estratégia e formatação da lista de candidatos a deputados (federal e estadual) nas eleições de 2018, organização partidária local e programação regional de eventos públicos coletivos.

Contamos com a presença de todos.

Contamos com a presença dos dirigentes e vereadores do partido.

Carlos Marx
Porta-voz PV Bacia 6

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