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Verdes agitam bandeiras em frente à Rede TV em prol de Márcio França ao governo paulista

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Verdes de Osasco estiveram na portaria da Rede TV, na noite desta sexta-feira (24/8), dentre eles o candidato a deputado federal Altonomista Bezerra (Tonon, 4367). Os militantes agitaram bandeiras do Partido Verde em apoio a Márcio França (PSB, 40) candidato ao governo do estado de São Paulo.

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A manifestação ocorreu antes do debate eleitoral entre os candidatos a governador e contou também com a presença de militantes e candidatos de outros partidos que apoiam Márcio França.

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Durante o debate os candidatos ao governo responderam perguntas feitas pelos jornalistas, internautas e concorrentes a respeito de temas como economia, educação e segurança.

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Para Altonomista, os tópicos abordados no debate foram importantes. “Márcio França se saiu muito bem neste confronto e respondeu com conhecimento de causa e técnica a todas às perguntas. Os assuntos discutidos são de interesse da população e de nosso interesse também. Estamos confiantes e vamos trabalhar ainda mais estimulados rumo à vitória”, resumiu.

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Horário gratuito eleitoral no rádio e na tv começa 31 de agosto

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O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão começa no dia 31 de agosto (sexta-feira) e termina em 4 de outubro. Recentemente, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) reuniu-se com partidos políticos e com emissoras de rádio e TV para sortear a ordem de veiculação da propaganda em rede e a forma de entrega das mídias, pelos partidos e candidatos, para as emissoras.

A ordem de veiculação obedece a um rodízio, ou seja, o último veiculado no dia anterior é sempre o primeiro do dia seguinte.

O horário eleitoral gratuito preencherá 50 minutos diários, divididos em dois blocos de 25 minutos, de segunda a sábado, além de 70 minutos em inserções por dia, inclusive aos domingos.

A distribuição do tempo obedece às regras dispostas na Resolução TSE nº 23.551/2017: 90% dos horários reservados serão distribuídos proporcionalmente ao número de representantes na Câmara dos Deputados, e 10% serão distribuídos igualitariamente.

Diretrizes e Prioridades do Programa de Governo MS18

Para ler basta clicar no link:

http://pv.org.br/diretrizes-e-prioridades-do-programa-de-governo-ms18/Marina_Jorge

PV Osasco participa de reunião para fortalecer candidatura de Márcio França

Carlos Marx sublinha campanha nas ruas.

Carlos Marx sublinha campanha nas ruas.

Para fortalecer a candidatura de Márcio França (40) ao governo de São Paulo foi realizada na noite desta quinta-feira (16/8), na sede do PSB em Osasco, reunião com dirigentes partidários, candidatos e convidados.

Dentre os presentes o prefeito Rogério Lins; o ambientalista e dirigente do PV, Carlos Marx; e os verdes e candidatos para deputado federal Rosanilda Silva (Tia Rosa do Transporte Escolar) e Altonomista Bezerra (Tonon).

O anfitrião do encontro, Mário Luiz Guide, resumiu alguns itens da proposta de governo de Márcio França.

Carlos Marx reforçou o trabalho político nas redes sociais sobretudo o trabalho político nas ruas. “Vamos mostrar nas ruas o Márcio França e também nossos candidatos”.

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Altonomista Bezerra sublinhou a importância de “trazer pro nosso lado o voto dos indecisos”.

Tia Rosa do Transporte Escolar (à dir.) é candidata a deputada federal pelo PV.

Tia Rosa do Transporte Escolar (à dir.) é candidata a deputada federal pelo PV.

Dentre as sugestões destacam-se a importância de Márcio França participar de caminhada no calçadão da Antonio Agu; uso das mídias em geral; e atos públicos com os partidos e candidatos; carreatas.

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Partido Verde e Rede Sustentabilidade unidos para eleger Marina e Eduardo Jorge

Eduardo_MarinaO Partido Verde Nacional confirmou o nome do médico sanitarista Eduardo Jorge como candidato a vice na chapa da presidenciável Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, em convenção realizada no sábado (4/8) em Brasília, no Distrito Federal.

Eduardo Jorge foi candidato à Presidência da República em 2014. Já Marina concorre pela terceira vez ao Palácio do Planalto. A candidata ficou em terceiro lugar nos anos de 2010 e 2014.

José Luiz Penna, presidente do PV, criticou as grandes legendas que querem, na avaliação dele, “eleger sempre os mesmos”. Segundo Penna, a aliança entre PV e Rede é “um sinal claro de que a democracia no Brasil não vai aceitar sinais autoritários que estão sendo dados por algumas candidaturas”.

Em discurso na convenção, Marina afirmou que a aliança com o PV é “programática, não pragmática. A aliança é um encontro programático, não é de conveniências, não é de tempo de TV, não é para pagar marqueteiro. É uma aliança para ajudar a transformar o Brasil”, afirmou.

Ela defendeu uma campanha sem mentiras e disse que não vai “destruir” os adversários. “Não vamos fazer “fake news”, não vamos desconstruir biografias, começar a mentir, a destruir a vida das pessoas, em relação a Ciro, a Alckmin, a Bolsonaro, a quem quer que seja”, declarou.Penna

Marina Silva também afirmou que, se eleita, vai propor uma reforma política que acabe com a reeleição. “Mandato de cinco anos a partir de 2022. Eu [se eleita] terei apenas quatro anos. Não queremos um projeto de 20 anos. Foi aí que muitos se perderam”, disse a candidata, referindo-se ao PSDB e PT.
Ele disse que Marina será a candidata “da pacificação do Brasil”. “Uma candidata do porte de Marina tem que dar para o Brasil o sentido da nação. A gente tem hoje? Não tem. O país é a terceira maior democracia do mundo. E aqui são todos contra todos. É uma selvageria”, declarou Eduardo Jorge.

Marina também disse que a chapa dela e de Eduardo Jorge é “a mais preparada” e com “condições de unir o Brasil”. “Temos que acabar com a oposição cega que só vê defeitos. Acabar com a situação cega que só vê virtudes”, afirmou.

Marina Silva lembrou as eleições que disputou e disse que em 2014 o pleito foi uma “guerra sem parâmetros e ética”. “Muitos concorriam ao mecanismo criminoso que assaltou a Petrobras, o Banco do Brasil, o BNDES”.
Propostas PV-Rede

Entre as propostas da coligação PV-Rede estão a intenção de alterar os pontos “draconianos” da nova lei trabalhista, que entrou em vigor no ano passado; controle das constas públicas e “encarar”, principalmente, a reforma da Previdência; recuperar políticas sociais, com compromisso e aperfeiçoamento dos programas Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida; diminuir o desemprego, fazer investimentos em educação, creches e em saúde; combater a corrupção, o foro privilegiado e resgatar a credibilidade para atrair investimentos.

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Trajetória dos candidatos

Eduardo Jorge

Iniciou a militância política em 1968, no extinto Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR). Foi um dos fundadores do PT. Depois de exercer um mandato de deputado estadual, foi eleito para outros quatro mandatos de deputado federal.

Em 1989, assumiu a Secretaria Municipal da Saúde, no governo de Luiza Erundina (SP), cargo que ocupou até abril de 1990. Em 1991, de volta a Câmara Federal, propôs a remoção das marcas comerciais de medicamentos, um avanço para o surgimento dos futuros medicamentos genéricos. O projeto não chegou a ser votado, mas dois anos depois o então ministro da Saúde baixou um decreto viabilizando a criação dos genéricos. Mas foi só em 1999, com nova participação do parlamentar, que os genéricos se tornaram realidade, na gestão de então ministro da Saúde, José Serra.

Em 2001, assumiu a secretário de Saúde da capital paulista, na gestão de Marta Suplicy (SP), ficando até dezembro de 2002, período em que foi um dos principais responsáveis pela regulamentação das leis do SUS (Sistema Único de Saúde) na capital, dobrando o número de médicos para o Saúde da Família, programa cujo objetivo foi dar atenção básica à população por meio de médicos especialistas.

Também é coautor da legislação constitucional sobre Seguridade Social (Saúde, Previdência e Assistência Social) e autor/coautor de leis brasileiras que regulamentam os medicamentos genéricos, o planejamento familiar e a estetização voluntárias, as leis de vinculação de recursos orçamentários para o SUS e de restrição ao uso do amianto, assim como da lei orgânica da Assistência Social. Foi secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente nas administrações dos prefeitos Serra/Kassab, na cidade de São Paulo.

Marina Silva

Tem 60 anos, foi deputada estadual no Acre (1991-1994) e senadora pelo estado por dois mandatos (1995 a 2010). Licenciou-se do Senado de 2003 a 2008, quando ocupou o cargo de ministra do Meio Ambiente nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva. Filiada ao PT desde 1986, deixou a legenda em 2009 para se filiar ao PV, partido pelo qual concorreu à Presidência em 2010, mas não conseguiu chegar ao segundo turno. Em 2014, se candidatou pelo PSB. À época, era vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos, mas assumiu a candidatura após a morte do candidato em um acidente aéreo.

 

Partido Verde veta Bolsonaro e avalia se indica vice da chapa de Marina Silva

Os dirigentes do partido reuniram-se sábado passado e também decidiram liberar os diretórios para compor as alianças estaduais

Penna_PV_43A convenção nacional do Partido Verde (PV), no sábado (28/7), terminou com uma só certeza: Bolsonaro não. Os dirigentes da sigla decidiram que os diretórios estaduais podem firmar as alianças que considerarem mais oportunas e ainda avaliarão se indicam um nome para vice de Marina Silva (Rede). Já sobre Jair Bolsonaro, pré-candidato do PSL à Presidência, a sigla não teve dúvidas: vetou qualquer tipo de apoio ao deputado federal do Rio de Janeiro.

“Nós votamos um veto. Nós estamos para Bolsonaro como o diabo está para o alho”, brincou o presidente nacional do partido, José Luís Penna (foto). “É um retrocesso muito grande”, justificou.

Na reunião, realizada em Brasília, a sigla recebeu a proposta de compor chapa com a presidenciável Marina Silva (Rede), mas afirmou que ainda vai se reunir para decidir sobre o assunto. A resposta deve ser dada antes de 5 de agosto.

Porém, mesmo que haja uma chapa em conjunto com Marina, Penna garantiu que os estados estarão liberados para fazer as alianças que acharem mais convenientes, visando a eleição de representantes na Câmara dos Deputados. “Eles estão independentes nesse esforço de fazer edição para parlamentar”, comentou. “Vamos respeitar todos os acordos políticos feitos. Estamos lutando pela sobrevivência”, disse.

Penna espera que o PV eleja 12 deputados em outubro. “É importante que a gente tenha a consciência de que estamos fazendo um ato de resistência política. Precisamos compreender esse momento e agir pragmaticamente, fazendo uma quantidade boa de deputados federais e (contribuindo para) uma eleição que possa ter compromissos mínimos com o nosso programa”, afirmou.

Penna também criticou a forma como o fundo eleitoral é dividido. Segundo ele, da forma como é feito agora, beneficia os partidos maiores. “Então, acho que o mais importante nesse momento, nessa abertura pública, é dizer o nosso posicionamento. Somos um partido jovem de ideia milenares. Temos que sobreviver”, completou.

Bancada do meio ambiente

O porta-voz da Rede Sustentabilidade, Pedro Ivo, também esteve presente na convenção. Ele é colaborador da pré-candidata à Presidência Marina Silva, que, em 2010, disputou o Planalto pelo PV. Em discurso, Ivo citou que ambos os partidos têm afinidades de projetos, que não envolvem apenas a questão da sustentabilidade.

“Temos a obrigação de lutar para aumentar essa bancada do meio ambiente. Porque não dá para imaginar o Brasil sem uma bancada a favor de pautas sustentáveis. Temos de pensar em eleger mais bancada de deputados federais, não apenas nas eleições majoritárias”, disse.

Fonte: www.pv.org.br

Entrevista – eleições 2018: “Temos que derrubar essa cláusula de barreira no voto”, diz Penna

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Músico e ativista político e cultural, José Luiz de França Penna, 72 anos, é presidente nacional do Partido Verde. Penna nasceu em Natal, mas é baiano por adoção. Foi vereador, deputado federal e secretário de cultura do estado de São Paulo. Penna acredita que um dos reflexos da descrença na política é a desmobilização da sociedade, dado que só interessa a quem detém o poder. Por isso ele propõe uma retomada de posição por parte de militantes, simpatizantes e ambientalistas para que o PV nessas eleições eleja uma bancada expressiva no Congresso.

“Temos que derrubar essa cláusula de barreira no voto”, diz Penna. Para o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, nessas eleições, para obter êxito o partido deve adotar um discurso tático, tendo em vista seu plano programático e estratégico.

— Quais as expectativas para as eleições para este ano?
— Acredito que lei eleitoral vigente, produzida com espírito pouco democrático – justamente por buscar o enxugamento artificial do quadro partidário em nome da governabilidade – é uma mentira. O que acontece é que essa proliferação de partidos sem sentido algum decorre de uma ficção que é o presidencialismo de coalizão ou de cooptação, como queiram. É uma distorção de que se nutre o sistema para poder sobreviver, para garantir a governabilidade a partir do esfacelamento partidário. Defendemos a pluralidade partidária e o direito da sociedade de produzir quantos partidos sua inspiração mandar. Evidentemente dentro de um contexto de legitimidade e correlação de forças.

— Com o início dos resultados da Operação Lava Jato e a prisão de vários dos envolvidos, como o sr. acha que será o comportamento do eleitor deste ano? Mais consciente, fiscalizador, exigente?
— Eu não tenho nenhuma expectativa favorável a uma maior seletividade do voto. Acho que temos que brigar voto a voto com as forças conservadoras, que avançam no Congresso. O PV se empenha para eleger uma expressiva bancada na câmara dos deputados e lograr êxito diante dessa cláusula de barreira.

— Com a fragilidade no uso de dados das pessoas nas redes sociais e a possível manipulação de informações – inclusive com a proliferação das fake news – como o sr. avalia a consolidação das campanhas eleitorais nas redes sociais em 2018?
Penna_PV_foto_02— É inegável que as redes sociais terão mais força agora do que na eleição passada. Mas não acredito que seja um fator que vá definir o pleito. É preciso fazer uma distinção: as redes têm um significado maior nas eleições majoritárias. Nas proporcionais as redes já não têm o mesmo peso. Acredito que o que conta para quem concorre a uma vaga no Legislativo ainda é o corpo a corpo físico, não precisamente o virtual, sem abrir mão dele, claro…

— O que as pessoas que estão encarando o desafio de disputar uma eleição pelo PV precisam ter em mente para levar o ideário verde adiante?
— Como diria Gabeira vamos supor que o Brasil existe. Então acredito que essa é uma discussão entre o tático e o estratégico. Sem ferir a estratégia buscamos o discurso tático. Significa que é preciso ter sempre no horizonte as nossas causas programáticas, que são a nossa razão de ser. Temos que lutar pra fazer valer nossos princípios. Mas devemos ter também a exata dimensão desse eleitorado, que tem revelado um crescente conservadorismo, e discutir questões que a ele são permeáveis. E claro isso depende muito da sensibilidade de cada candidato.

Fonte: Revista Total

Nova edição da revista Pensar Verde destaca o artigo “Construção de um Brasil Ético e Verde”

Revista Pensar VerdeA nova edição da Revista Pensar Verde já está disponível e o internauta pode baixar ou ler o arquivo em https://issuu.com/pensarverde/docs/pensarverde24. No sétimo ano do periódico

Os editores buscaram entender – a partir de debates e mesas redondas com dirigentes verdes e a participação dos internautas – como é possível, nas eleições que se aproximam, construir um Brasil Ético e Verde.

Em campanha aberta e deliberada contra o uso de agrotóxicos há dois artigos de peso sobre o assunto. Em Salvador, um projeto inovador e simples está levando mudas de Mata Atlântica a quem quiser plantá-las promovendo a recuperação da vegetação nativa com envolvimento dos cidadãos.

Há ainda a entrevista com Ivanilson Gomes falando sobre sua trajetória política e as bandeiras do ideário verde.