Frente Brasil Popular Oeste Metropolitano promove oficina sobre uso das Redes Sociais

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Para oferecer informações sobre uso de imagens, texto, áudio e vídeos nas redes sociais, assim como estratégias de mobilização em rede, a Frente Brasil Popular Oeste Metropolitano/SP promoveu ao longo deste sábado (15/12) no Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região (Secor) oficina sobre uso das redes sociais.

A atividade, realizada pela Nova Onda Comunicação, teve como oficineiro Jeferson Martinho, jornalista com especialização em marketing digital e comunicação sindical e diretor da Nova Onda Comunicação.

Dentre os participantes jornalistas, dirigentes partidários comunicadores, movimentos populares, sindicatos, setoriais sociais e representante de instituições como Carlos Marx, presidente do PV Osasco e coordenador da Casaviva – cultural e ambiental. Também Cida Lopes, o professor Antônio Carlos Roxo, Cabrine, Lia, Joelson, Aldo e demais articuladores da FBP OM.

No período da manhã foram abordados os seguintes temas: noções de redes e mídias sociais, tipos de conteúdos e construção da presença digital, utilização das redes para mobilização e como reforçar sua rede, criar conteúdos e usar ferramentas para o diálogo com a comunidade.

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Na parte da tarde foi abordado o tema “A dinâmica do vídeo nas redes sociais” com foco no vídeo como ferramenta de defesa do cidadão, ferramentas e técnicas para criar vídeos interessantes para seu público.

“O que importa na internet não é a qualidade técnica dos grandes produtores ou TVs, mas a criatividade. Para vídeos o ideal é usar cartão de memória classe 10. Nos vídeos para as redes sociais o que desperta o interesse é a boa ideia, o roteiro, iluminação e enquadramento. O tempo varia, por exemplo, no Facebook o tempo máximo de um vídeo é de três minutos e no Instagram até um minuto”, disse Jeferson Martinho.

Casaviva_cultural_ambiental_PV_Osasco_03Os participantes fizeram uso de dois aplicativos: Rascunho e Vídeo Show. São diversos os aplicativos gratuitos, bons de grande uso e voltados para edição de texto, fotos e de vídeos.

No geral, os participantes gostaram muito da oficina e pretendem fazer uso das ferramentas apresentadas para melhorar a comunicação nas mídias sociais.

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Acabou o toma lá dá cá?

Penna_dez_2018Tenho participado de discussões e acompanhado de perto as análises políticas depois do cataclisma que foram as eleições de outubro. Em geral, o clima é de rescaldo: a busca por um caminho que refaça o sistema político-partidário. Refiro-me a quem tem a responsabilidade de promover uma revisão crítica do processo. Porque há setores da esquerda que preferem a política do avestruz, como se nada tivessem a ver com isso.

Mas o que chama atenção no que tenho lido é a derrota ser creditada à falência dos partidos. Acho que é um erro. A insolvência partidária é consequência, não causa do esvaziamento da política. A descaracterização e corrompimento de suas instâncias derivam da ação de um poder central, absolutista, vocacionado para cooptar como princípio de governabilidade.

Em nome dela os governos que se sucederam nos últimos vinte e quatro anos engalfinharam-se em uma luta pelo poder sem fim. Pra isso, multiplicaram o número de siglas à sua conveniência, fragmentaram e compraram bancadas congressuais para conquistar maioria, atuaram no atacado e no varejo parlamentar. Esse é o desenho do presidencialismo de coalizão, que tem imperado em nossa democracia recente. E o cenário ideal para fazer qualquer democracia ir para o ralo.

O fato é que a social democracia brasileira não conseguiu nesse período reverter nossa condição de estado excludente. Embrenhou-se num socialismo populista e não conseguiu responder às necessidades básicas do país. A desigualdade é crônica. Mais de quinze milhões de pessoas ainda vivem em condição de extrema pobreza. O apartheid se ampliou, com a marginalização crescente das minorias étnicas. O estado corrompido mostrou-se incapaz de prover saúde, educação e acabou acuado na segurança. Junte-se a isso o sentimento de faca nos dentes da classe média desaguamos na era bolsonarista.

Hoje, constatamos a negação do que seja uma democracia representativa. Estigmatizados, os partidos foram marginalizados na composição do novo governo e as alianças, seladas com bancadas setoriais, com destaque para o trio: bala, bíblia e boi, que já impõem seus interesses corporativos na definição das políticas governamentais.

O que vem pela frente ainda é uma incógnita. Mas temos sinais de retrocesso em várias frentes, como no meio ambiente, na cultura, na educação e nas relações exteriores, com o anúncio de diretrizes marcadas por um ranço fundamentalista e isolacionista.

Restaurar o sistema representativo e refazer o pacto social vão demandar sangue, suor e estratégia. Acho que a primeira coisa é fortalecer os partidos, fazendo com que eles readquiram organicidade e ação programática. E a partir daí caminhar em direção ao parlamentarismo, quebrando esse modelo presidencialista de cooptação. É isso ou, ao contrário do que vendem, vamos continuar reféns das práticas fisiológicas. Agora, com novos inquilinos no Planalto.

Fonte: http://pv.org.br

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Secretaria da Cultura divulga lista dos habilitados em chamada de seleção do edital de premiação Pontos de Cultura

lista_pontos_de_cultura_2018Foi publicada nesta quarta-feira (5/12) no Diário Oficial do Estado (DOE) a lista dos habilitados do edital de premiação Pontos de Cultura. Confira no link https://www.imprensaoficial.com.br/#05/12/2018

Aos interessados, reler o item do Edital que rege a apresentação de recursos.
10. DA HABILITAÇÃO

10.6. Aos candidatos inabilitados caberá pedido de reconsideração à Comissão Técnica de Habilitação, no prazo de 05 (cinco) dias corridos, contados a partir da data de publicação do resultado desta fase, exclusivamente por meio de formulário (Anexo 5) a ser enviado exclusivamente para o e-mail: editalpontosdecultura@sp.gov.br.

10.7. O pedido de reconsideração que tenha por finalidade encaminhar documentação que não foi entregue no prazo previsto de inscrição, neste regulamento, será indeferido.

10.8. A análise do pedido de reconsideração constará em ata da Comissão Técnica e o resultado final da etapa de habilitação será publicado no Diário Oficial do Estado e no endereço eletrônico da Secretaria: www.proac.sp.gov.br/pontosdecultura.

Avama incansável na luta por justiça após cachorro “Manchinha” morrer vítima de espancamento por segurança do Carrefour Osasco

cadelaA Ação pró Vida Animal e Meio Ambiente (Avama) e demais protetores de animais estão realizando diversas ações públicas pedindo justiça pela morte do cachorro Manchinha. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um segurança da rede de hipermercados Carrefour, em Osasco, agride o animal que faleceu logo após ser resgatado.

O caso aconteceu no dia 28 de novembro e nos vídeos que circulam nas redes sociais é possível ver o segurança correndo atrás do animal com o que parece ser uma barra de alumínio. Depois, o bicho aparece mancando e sangrando na pata esquerda.

Em seguida, um funcionário da Prefeitura de Osasco usa um enforcador para imobilizar o cão e levá-lo. O cachorro chegou a ser socorrido por veterinários do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), mas não resistiu ao ferimento e morreu.

Segundo Jacy Malagoli, fundadora e coordenadora da Avama, o que fizeram com o animal é um crime hediondo e Osasco e o Brasil pedem justiça. Cada vez mais é preciso intensificar as fiscalizações de proteção animal contra os maus-tratos.

Uma versão de atropelamento chegou a ser levantada, mas logo foi contestada por outros funcionários que teriam testemunhado o ocorrido e dito que o animal teria sido agredido a pauladas. O artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605/98) considera crime as práticas de abuso, ferir ou mutilar animais domésticos, silvestres, nativos ou exóticos e que podem render pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.

O Partido Verde (PV, 43) repudia qualquer tipo de violência e maus tratos aos animais. O dirigente do PV Osasco, Carlos Marx, lembra que a sigla tem atuado em várias frentes em prol dos animais. Em 2012, o deputado estadual verde Roberto Tripoli, por exemplo, conquistou o primeiro hospital público veterinário, totalmente gratuito, para cães e gatos. E, em 2014, conseguiu que a prefeitura instalasse a segunda unidade.

DESDOBRAMENTOS DO CASO

A rede de supermercados Carrefour e o segurança da loja de Osasco serão processados criminalmente. A ação será movida pela Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo (Acrimesp).

O caso é alvo de um inquérito policial da Delegacia do Meio Ambiente de Osasco e também está sendo apurado pela Subsecretaria Estadual de Defesa Animal. O supermercado será processado por dano moral e a idéia dos protetores é que a empresa seja obrigada a fazer uma doação de R$ 500 mil reais para uma campanha gratuita de castração animal na cidade, através de entidade local.

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Protetores da água debatem ações comunitárias em audiência pública na Alesp

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Cerca de quarenta ativistas do movimento de defesa da água de São Paulo participaram, nesta terça-feira, 13/11, de audiência na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, com foco nas soluções comunitárias para a gestão hídrica na Região Metropolitana. A iniciativa foi da Comissão de Meio Ambiente, presidida pelo deputado estadual do PV, Roberto Tripoli.

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Dentre os expositores, Adriano Sampaio, do Existe Água em SP, e Luiz de Campos, do Rios e Ruas, que enfocaram o trabalho que realizam, permanentemente, para mapear e dar destaque às nascentes de água e os cursos de água – rios e córregos – que foram canalizados dando lugar à construção de vias e edificações públicas.

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Diferentemente do que ouvimos sempre, não existe crise hídrica em São Paulo. O que existe há muito tempo é uma crise de gestão dos recursos hídricos. Falta vontade política, comprometimento e competência aos gestores públicos. A maior parte de nossos rios virou canal de esgoto e a perda no sistema de distribuição da água aos consumidores chega a trinta por cento do volume.

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Grupos comunitários atuam cada vez mais para recuperar e defender a água nas áreas rurais e urbanas, sem qualquer apoio de órgãos públicos responsáveis pelo setor.

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EXPERIÊNCIA COMUNITÁRIA NA ÍNDIA É MOTIVADORA

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Mini Jain, dirigente da Ong indiana The Flow Partner, expôs um pouco das iniciativas comunitárias em seu país, para ressuscitar rios em áreas desertificadas. Lá, como aqui, as populações conscientizadas põem a mão na massa para recuperar nascentes e rios. O governo chega sempre depois do trabalho realizado pelas comunidades.

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O coordenador da Casaviva – cultural e ambiental, Carlos Marx, falou sobre o programa de revitalização de nascentes em Osasco, que coordenou de 2008 a 2016, nas gestões dos prefeitos Emídio de Souza e Jorge Lapas.

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“Nossas ações que mapearam quase duas centenas de nascentes, da quais mais de vinte foram recuperadas, tiveram a participação da comunidade, especialmente dos estudantes das escolas estaduais. A importância do trabalho foi confirmada através da premiação concedida pelo ODM Brasil (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), do PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento”, ressaltou Marx.

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Para o PV, juntar o Meio Ambiente e a Agricultura , num mesmo ministério, é inaceitável

IMG-20181101-WA0057O Brasil é um país de proporções continentais. Se o sobrevoarmos de norte a sul, veremos diversos biomas; veremos cidades grandes e cidades pequenas; veremos também inúmeras propriedades rurais, como que formando uma colcha de retalhos por onde passarmos.

Esse sobrevoo nos mostra alguns motivos pelos quais somos famosos país afora.

Em primeiro lugar, porque temos a maior biodiversidade do planeta, com enormes reservas de água; e com a Amazônia, responsável pelo equilíbrio climático global.

Em segundo lugar, somos conhecidos como um dos maiores países do mundo em exportação de produtos agropecuários – produtos responsáveis por grande parte dos resultados positivos da nossa balança comercial.

Ontem, no entanto, recebemos pela imprensa a notícia de que a equipe do próximo governo eleito está desenhando uma fusão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com o Ministério do Meio Ambiente.

A nosso ver, o resultado de uma fusão como essa trará problemas tanto para a gestão ambiental quanto para a gestão do agronegócio no Brasil.

Isso porque, embora exista uma relação intrínseca entre meio ambiente e agricultura – uma vez que o equilíbrio ambiental é condição necessária para garantir a produção – a gestão das duas áreas não se resume apenas a essa relação.

Hoje o Ministério do Meio Ambiente é o órgão que trata da política nacional do meio ambiente e recursos hídricos, ou seja, há muito mais trabalho para além da gestão das florestas, dos recursos naturais, dos zoneamentos ecológicos e dos biomas. O Ministério também executa políticas para garantir a qualidade do ar nas cidades, o planejamento urbano, a gestão dos resíduos sólidos, até a questão dos catadores de lixo.
E aí me pergunto: o que isso tem a ver com o agronegócio?

Por outro lado, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a preocupação é com os aspectos mercadológicos, tecnológicos, científicos e organizacionais do setor produtivo. É lá onde se trata a questão da armazenagem, do transporte de safras e da política econômica e financeira do setor. A questão do meio ambiente, sob a perspectiva do agronegócio, é apenas uma em meio a muitas outras ações estratégicas necessárias para fazer com que o Brasil avance na liderança em termos de exportação da produção nacional.
A situação nos mostra que estamos diante de uma questão complexa de arranjo institucional e de governança.

O meio ambiente é transversal, sendo, portanto, um tema horizontal que perpassa todas as áreas temáticas produtivas, conhecidas como áreas verticais. Agropecuária, transportes, a construção de rodovias, ferrovias; a questão das minas e energia, a construção de usinas hidrelétricas; o saneamento ambiental, a gestão dos resíduos sólidos, são todos exemplos de áreas verticais.

O problema é: como misturar uma área horizontal – o meio ambiente – com apenas uma vertical – a agricultura?
No Paraná temos 45% dos municípios sem aterros sanitários. Como esperar que um ministério com o papel de tratar do agronegócio, assunto tão importante para a balança comercial do Brasil, dê atenção para a questão do lixo?

Por isso, eu, Partido Verde, e todos aqueles que se preocupam de verdade com o Brasil e as futuras gerações somos contra a fusão dos dois ministérios, que detém finalidades próprias e não convergentes. Além disso, os dois assuntos são fundamentais tanto para a economia brasileira quanto para a proteção dos nossos recursos naturais. Por isso, pedimos que a ação seja reconsiderada.

Leandre Dal Ponte
Líder do PV na Câmara

 

Verdes participam da “caminhada do 40″

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Uma grande caminhada em apoio à candidatura de Márcio França (governador, 40) foi realizada na manhã deste sábado (21/10), com concentração em frente à prefeitura de Osasco. No roteiro Rua Primitiva Vianco e calçadão da Antonio Agu.

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A atividade foi promovida por partidos e associações que apoiam o candidato. Dirigentes, militantes e filiados do PV Osasco participaram do evento, dentre eles Carlos Marx (presidente), Raisa Alves (secretária da juventude), o microempresário da construção civil Altonomista Bezerra, Tia Rosa do Transporte Escolar, Dimas Mortadela e Maristela Leamare, da ONG Ceaso, além de vereadores como Mário Luiz Guide e do prefeito Rogério Lins.

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Um dos objetivos da atividade foi convidar a comunidade em geral a conhecer de perto as ideias e propostas do candidato a governador Márcio França. Durante a caminhada, os participantes conversaram com transeuntes, comerciantes e distribuíram panfletos.

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AGENDA DA RETA FINAL DA CAMPANHA

SÁBADO (20/10)

12h00 – ADESIVAÇO ZONA NORTE – Rua Graciela Flores Piteri – Jd. Canaã
ADESIVAÇO ZONA SUL – Av. Sporte Clube Corinthians – Vila Osasco

QUINTA-FEIRA (25/10)

18h00 – Comício no Largo de Osasco

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INFORMAÇÕES
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