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Partido Verde Osasco convoca convenção para eleger Diretório Municipal

No dia 26 de maio (domingo), das 10 às 12h, o Partido Verde (43) Osasco realizará Convenção Municipal na sede da legenda, localizada na Av. Maria Campos, 252, Centro.

Filiados e apoiadores do PV estão convidados a participar dessa importante atividade cujo objetivo principal é dar transparência às ações partidárias e, sobretudo, fortalecer a democracia na cidade.

A convenção irá definir o novo quadro de dirigentes do partido e escolher o delegado à convenção estadual que acontecerá no mês de junho, em São Paulo.

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Osasco recebe primeira mostra cultural Achados e Perdidos

Pâmela Maranhão

Pâmela Maranhão

Com apoio da Casaviva – cultural e ambiental, o coletivo Achados e Perdidos promoverá no dia 25 de maio, das 10h às 22h, a primeira Mostra Cultural Achados e Perdidos.

O evento será na sede da Casaviva, à Avenida Maria Campos, 252, centro, Osasco. Entrada franca.

Igor Moura, produtor da mostra cultural, explica que haverá apresentação de teatro, música, dança, teatro, performance, poesia, exposição e venda de artesanato, brechó, filmes, doces e salgados.

O evento tem o “intuito de incentivar a produção de grupos artísticos de todo o Brasil que queiram mostrar seu trabalho, criar redes e expandir o alcance do seu fazer.Cada edição da mostra contemplará um dos estados brasileiros, propondo mostrar em sua programação um pouco da vasta identidade cultural existente na região homenageada”, comenta Moura.

Vinícius Marques, poeta.

Vinícius Marques, poeta.

Nos dias 22, 23 e 24 de maio haverá oficina de voz e interpretação teatral, das 15h às 18h, com Shadiyah Becker. Os interessados devem efetuar inscrição enviando nome completo, idade, telefone, e-mail e profissão para producao.achadoseperdidos@gmail.com até dia 19 de maio.

 PROGRAMAÇÃO – DIA 25 (SÁBADO)

10h – abertura

10h30 às 11h30 – Espetáculo “Ela Tem Olhos de Céu”
Grupo Os Viajantes de Papel

12h às 13h – Oficina Teatro para Crianças
Com os atores Lucas Sabatini e Mau Machado

5h às 15h20 – Poeta sem títulos – Vinicius Marques
15h20 às 16h – Abertura do processo da oficina “Voz em Vós”

16h às 17h – Espetáculo “Ubu Rei” – Cia Pimentardida

17h às 18h – Espetáculo “Isto é amor” – Grupo de Teatro Os Sonhadores

18h30 às 19h30 – Show Banda Kim Basinger

20h30 às 21h30 – Show “Tudo nela brilha e queima” com Pâmela Maranhão

21h30 às 22h – encerramento (atração surpresa)

artesanato

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(11) 98677-7766 – Igor Moura (Produção)
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Instagram: @cc.achadoseperdidos
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Evento: https://www.facebook.com/events/2775890765815145/?ti=cl

Grande manifestação pela abertura do Parque Jequitibá

 Será dia 22 de maio, Dia Mundial da Biodiversidade, em São Paulo

Fotos: Divulgação

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Criado em 2006 pelo governo do Estado de São Paulo como primeiro grande parque urbano focado em educação ambiental e estudo de campo por estudantes, e sobre um belo projeto arquitetônico, o Parque Jequitibá (ex-Parque Tizo) permanece fechado à população.

IMG-20190513-WA0009Sua importância para a Grande São Paulo é enorme. Com 1,3 milhão de m2 (o exato tamanho do Parque Ibirapuera, porém com mais de 60% de Mata Atlântica), ele é o primeiro grande fragmento a enfrentar, a Oeste da Grande São Paulo, a mancha de calor da metrópole.

É a partir dele, situado no km. 20 da Rodovia Raposo Tavares, que se abre o corredor ambiental que inclui a APA Embu Verde, a Granja Viana, o Parque das Nascentes, o Parque Cemucam e outros, chegando até a Reserva Florestal do Morro Grande, no km 32 da Raposo.

Trata-se de um parque intermunicipal de relevância logística e estratégica, pois expande-se por três cidades (São Paulo, Osasco e Cotia) e faz divisa com outras duas, Taboão da Serra e Embu das Artes, sendo grande opção para atividades na natureza num ambiente urbano carente de áreas verdes.

Mas o parque, embora conte com administradora, funcionários e segurança, vem sofrendo por nunca ter sido efetivamente aberto à população.

IMG-20190513-WA0019O plano diretor e seu projeto executivo não são realizados. Seu Conselho Consultivo, eleito em abril de 2018 (mais de um ano atrás), ainda não foi sequer nomeado no Diário Oficial do Estado. Seu cercamento vem sendo roubado na divisa com a Avenida Heitor Antonio Eiras Garcia, em São Paulo. Há uma área invadida por um “bota-fora” na parte situada em Osasco.

Junte-se a isso que a transferência da área do CDHU (Secretaria de Habitação) para a Secretaria de Meio-Ambiente, determinada claramente no decreto de criação, ainda não foi cumprida (foi feita parcialmente, em apenas um dos quatro platôs do parque), em clara desobediência à determinação do próprio governo estadual.

O movimento pela defesa do parque se manifestará por sua abertura, seus cuidados, e pela adoção definitiva de seu Plano Diretor e seu Projeto Executivo. Será no dia 22 de maio, o Dia Mundial da Biodiversidade. A grande manifestação acontecerá a partir das 9h30, onde seria sua entrada pela cidade de São Paulo, nas esquinas das ruas Emil Bohn com Savério Quadrio.

Estarão se manifestando entidades ambientalistas, associações de moradores, escolas, educadores, moradores da Zona Oeste da Grande São Paulo e militantes em favor do meio-ambiente. Estão todos convidados.

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PV São Paulo sai na frente e realiza a primeira convenção municipal do Estado

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Na manhã deste sábado (11/5), um expressivo número de filiados ao Partido Verde da cidade de São Paulo compareceu à Câmara Municipal paulistana para eleger o primeiro diretório municipal da agremiação, dando início a um processo de escolha direta dos dirigentes determinado pela direção nacional.

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O primeiro diretório municipal eleito da capital tem na presidência o ex-vereador e ex-deputado estadual Roberto Trípoli. Na chapa unificada eleita por unanimidade consta também o presidente nacional do PV, José Luiz Penna; o ex-deputado federal e candidato à vice-presidente da República nas eleições de 2018, Eduardo Jorge; o vereador Gilberto Natalini, entre outros.

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Trípoli afirmou que pretende implantar um sistema de organização diretivo no PVSP, com base no parlamentarismo, com decisões coletivas. “Vamos envolver todos os dirigentes nas ações ativas do partido. Aqui ninguém vai ficar como um figurante, queremos ver todo mundo pondo a mão na massa para fazer um PV cada vez mais forte. Em 2020, vamos eleger uma bancada expressiva de vereadores e a decisão de lançamento do majoritário será de todos, no momento oportuno “, afirmou.

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O PV Osasco e a Bacia 6 (região Oeste da Grande São Paulo), esteve representado na convenção verde paulistana pelo ambientalista e presidente municipal Carlos Marx.

Marx disse que não poderia faltar à convenção, pois essa será uma boa referência para os dirigentes verdes paulistas.

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“Foi aqui nesta casa que aconteceu a primeira reunião para criação do PV do Estado de São Paulo. E, agora, a eleição direta do primeiro diretório municipal, neste complicado momento político que o Brasil está vivendo. Com certeza, vamos sair daqui energizados para reestruturar nosso partido e fazê-lo avançar na defesa da democracia e da sustentabilidade “, destacou Marx.

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Ex-ministros do Meio Ambiente divulgam manifesto com críticas ao governo Bolsonaro

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Os ex-ministros do Meio Ambiente, Rubens Ricupero, Gustavo Krause, José Sarney Filho, José Carlos Carvalho, Marina Silva, Carlos Minc, Izabella Teixeira e Edson Duarte, se reuniram na manhã desta quarta-feira (8/5) na Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, para avaliar a política ambiental brasileira.

Em comunicado conjunto, os ex-ministros alertam que “a governança socioambiental do Brasil está sendo desmontada, em afronta à Constituição”.

O documento, assinado e divulgado pelos ex-ministros, tem três páginas. A seguir o documento na integra.

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“COMUNICADO DOS EX-MINISTROS DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE
São Paulo, 8 de maio de 2019

Em outubro do ano passado, nós, os ex-ministros de Estado do Meio Ambiente, alertamos sobre a importância de o governo eleito não extinguir o Ministério do Meio Ambiente e manter o Brasil no Acordo de Paris. A consolidação e o fortalecimento da governança ambiental e climática, ponderamos, é condição essencial para a inserção internacional do Brasil e para impulsionar o desenvolvimento do país no século 21.

Passados mais de cem dias do novo governo, as iniciativas em curso vão na direção oposta à de nosso alerta, comprometendo a imagem e a credibilidade internacional do país.

Não podemos silenciar diante disso. Muito pelo contrário. Insistimos na necessidade de um diálogo permanente e construtivo.

A governança socioambiental no Brasil está sendo desmontada, em afronta à Constituição.

Estamos assistindo a uma série de ações, sem precedentes, que esvaziam a sua capacidade de formulação e implementação de políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente: entre elas, a perda da Agência Nacional de Águas, a transferência do Serviço Florestal Brasileiro para o Ministério da Agricultura, a extinção da secretaria de mudanças climáticas e, agora, a ameaça de descriação de áreas protegidas, apequenamento do Conselho Nacional do Meio Ambiente e de extinção do Instituto Chico Mendes. Nas últimas três décadas, a sociedade brasileira foi capaz, através de sucessivos governos, de desenhar um conjunto de leis e instituições aptas a enfrentar os desafios da agenda ambiental brasileira nos vários níveis da Federação.

A decisão de manter a participação brasileira no Acordo de Paris tem a sua credibilidade questionada nacional e internacionalmente pelas manifestações políticas, institucionais e legais adotadas ou apoiadas pelo governo, que reforçam a negação das mudanças climáticas partilhada por figuras-chave da atual administração.

A ausência de diretrizes objetivas sobre o tema não somente tolhe o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil, comprometendo seu papel protagônico exercido globalmente, mas também sinaliza com retrocessos nos esforços praticados de redução de emissões de gases de efeito estufa, nas necessárias ações de adaptação e no não cumprimento da Política Nacional de Mudança do Clima.

Estamos diante de um risco real de aumento descontrolado do desmatamento na Amazônia. Os frequentes sinais contraditórios no combate ao crime ambiental podem transmitir a ideia de que o desmatamento é essencial para o sucesso da agropecuária no Brasil. A ciência e a própria história política recente do país demonstram cabalmente que isso é uma falácia e um erro que custará muito caro a todos nós.

É urgente a continuidade do combate ao crime organizado e à corrupção presentes nas ações do desmatamento ilegal e da ocupação de áreas protegidas e dos mananciais, especialmente nos grandes centros urbanos.

O discurso contra os órgãos de controle ambiental, em especial o Ibama e o ICMBio, e o questionamento aos dados de monitoramento do INPE, cujo sucesso é auto-evidente, soma-se a uma crítica situação orçamentária e de pessoal dos órgãos. Tudo isso reforça na ponta a sensação de impunidade, que é a senha para mais desmatamento e mais violência.

Pela mesma moeda, há que se fortalecer as regras que compõem o ordenamento jurídico ambiental brasileiro, estruturadas em perspectiva sistêmica, a partir da Lei da Política Nacional do Meio Ambiente de 1981. O Sistema Nacional de Meio Ambiente precisa ser fortalecido especialmente pelo financiamento dos órgãos que o integram.

É grave a perspectiva de afrouxamento do licenciamento ambiental, travestido de “eficiência de gestão”, num país que acaba de passar pelo trauma de Brumadinho. Os setores empresarial e financeiro exigem regras claras, que confiram segurança às suas atividades.

Não é possível, quase sete anos após a mudança do Código Florestal, que seus dispositivos, pactuados pelo Congresso e consolidados pelo Supremo Tribunal Federal, estejam sob ataque quando deveriam estar sendo simplesmente implementados. Sob alegação de “segurança jurídica” apenas para um lado, o do poder econômico, põe-se um país inteiro sob risco de judicialização.

Tampouco podemos deixar de assinalar a nossa preocupação com as políticas relativas às populações indígenas, quilombolas e outros povos tradicionais, iniciada com a retirada da competência da Funai para demarcar terras indígenas. Há que se cumprir os preceitos estabelecidos na Constituição Federal de 1988, reforçados pelos compromissos assumidos pelo Brasil perante a comunidade internacional, há muitas décadas..

O Brasil percorreu um longo caminho para consolidar sua governança ambiental. Tornamo-nos uma liderança global no combate às mudanças climáticas, o maior desafio da humanidade neste século. Também somos um dos países megabiodiversos do planeta, o que nos traz enorme responsabilidade em relação à conservação de todos os nossos biomas. Esta semana a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), considerada o “IPCC da biodiversidade”, divulgou o seu primeiro sumário aos tomadores de decisão, alertando sobre as graves ameaças que pesam sobre a biodiversidade: um milhão de espécies de animais e plantas no mundo estão ameaçadas de extinção.

É urgente que o Brasil reafirme a sua responsabilidade quanto à proteção do meio ambiente e defina rumos concretos que levem à promoção do desenvolvimento sustentável e ao avanço da agenda socioambiental, a partir de ação firme e comprometida dos seus governantes.

Não há desenvolvimento sem a proteção do meio ambiente. E isso se faz com quadros regulatórios robustos e eficientes, com gestão pública de excelência, com a participação da sociedade e com inserção internacional.

Reafirmamos que o Brasil não pode desembarcar do mundo em pleno século 21. Mais do que isso, é preciso evitar que o país desembarque de si próprio.

Rubens Ricupero
Gustavo Krause
José Sarney Filho
José Carlos Carvalho
Marina Silva
Carlos Minc
Izabella Teixeira
Edson Duarte”

AVAMA realiza mutirão permanente de adoção e castração de cães, gatos e coelhos

Avama_1Criado com o objetivo de promover o controle da população de cães, gatos e coelhos, os programas de castração e de adoção de pets da Ação Pró Vida Animal e Meio Ambiente (AVAMA) já castrou, desde 2012, quase 15 mil animais e realizou mais de 4 mil adoções de animais domésticos. Em 2019, a AVAMA iniciará ciclo de palestras grátis em escolas e em outros espaços.

Segundo Jacy Malagoli, ativista e coordenadora da AVAMA, hoje a castração a preço popular é mensal e é realizada em um local pré-determinado. “A divulgação é feita em nossas páginas nas redes sociais e no local da castração. É necessário fazer inscrição e seguir as orientações do pré e do pós operatório. Podem se inscrever pessoas de Osasco e cidades da região”.

“Temos parcerias com clínica veterinária que traz toda sua equipe composta de anestesista e auxiliares. É feita assepsia do local. Tudo muito organizado”, complementa Malagoli.

Avama_2Segundo Jacy, os cães reproduzem de seis em seis meses e os gatos a cada quatro meses. “O responsável pelo animal deve morar no bairro onde será realizado o mutirão de castração, deve ter no mínimo 18 anos, apresentar documento com foto como RG e comprovante de endereço. A AVAMA também faz o monitoramento do animal adotado”.

A AVAMA precisa de doação de ração para gato e cachorro, vermífugo, desinfetante, areia, tapete higiênico entre outros materiais. Também precisa de pessoas que possam fazer o apadrinhamento de castração e apadrinhamento de vacinação.

“Temos uma equipe pequena de voluntários, mas precisamos de mais voluntários e o requisito é gostar de animais”, finalizou Jacy Malagoli. Atualmente, a AVAMA tem mais de 95 mil seguidores no Facebook.

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Jacy Malagoli
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Bacia 6 do PV realiza encontro regional em Barueri para discutir convenções, diretórios municipais e estratégias para 2020

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Dirigentes e militantes do Partido Verde (43) da Bacia 6 se reuniram na manhã deste sábado (27/4), na Câmara Municipal de Barueri, para debater a organização de convenções municipais destinadas à eleição de diretórios e as estratégias da legenda para as eleições de 2020. Também foram abordados temas como cenário político nacional, saúde, educação, meio ambiente e reforma da previdência. O encontro coordenado pelo presidente do PV Osasco e porta-voz do PV regional, Carlos Marx, com apoio do vereador Amorim Neto, contou com a participação de representantes do diretório nacional e estadual, vereadores, juventude verde e pré-candidatos.

Segundo Carlos Marx, além de fortalecer a união dos verdes, o encontro visou a preparação dos diretórios municipais para realizarem suas convenções. “Buscamos novas lideranças, jovens, mulheres, principalmente, pessoas que se identificam com a ideologia verde”.

Presença de dirigentes do PV Osasco e militantes da bacia 6.

Presença de dirigentes do PV Osasco e militantes da bacia 6.

Eduardo Jorge, médico e dirigente nacional e estadual verde, discorreu sobre as mudanças no partido e de tópicos de interesse da sociedade. “O Brasil precisa avançar em muita coisa. A mortalidade infantil é um problema sério de saúde pública, é preciso justiça social. Se quisermos melhorar temos de ter mais democracia e não menos. A nível federal fomos governados nos últimos 30 anos pelo PSDB e PT, que realizaram muitas coisas boas, mas também erraram muito”.

“Sobre meio ambiente, a ciência prova que se não cuidarmos dele não haverá futuro para nossos filhos, netos e bisnetos. Cuidar da Amazônia é cuidar do país e da América do Sul inteira. A reforma da previdência deve ser discutida e pensada pra quem têm uma expectativa de vida de 75 a 80 anos. Temos de pensar a médio e longo prazo no sentido de melhorar o país. O PV é uma novidade na política mundial. O PV trouxe a reflexão da importância em preservar os recursos naturais e cuidar do clima. Sob nossa influência, outros partidos começaram a divulgar a ideia de que é preciso cuidar da vida no planeta. Precisamos mudar hábitos de consumo e de cultura”, disse Eduardo Jorge.

Sobre a condução política local, Eduardo Jorge disse que o município deve ter responsabilidade e liberdade para atuar e ser penalizado pelos eleitores.

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Ricardo Silva, dirigente estadual e coordenador do PV Bacia 7, falou sobre a organização das comissões municipais, participação dos militantes e filiados na vida política. “Precisamos de autonomia e de novas lideranças assumindo compromissos com o partido”.

Ricardo citou alguns erros e acertos do PV na última eleição. “É preciso ver que mudou o jeito de fazer política. Temos de utilizar novas ferramentas para chegar nas pessoas. Queremos cada vez mais democracia interna, mais mulheres na vida política e na sociedade em geral. Precisamos abrir as portas do nosso partido para as pessoas. Vamos trabalhar e montar o partido com diretórios municipais responsáveis e pensar em projetos coletivos nas bacias. Projetos construídos regionalmente fortalecem o partido”.

Segundo Ricardo, uma das estratégias dos verdes deve ser conquistar a simpatia e o apoio da juventude, investindo no diálogo com os jovens de forma direta e por meio das redes sociais.

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O vereador Paulinho, de Itapevi, atualmente à frente da secretaria de meio ambiente, mostrou seu contentamento com as mudanças no partido. “Sempre cobramos da direção estadual mais autonomia para os municípios e vejo que isso está acontecendo agora. Essa nova forma de agir fará o PV ser um novo partido para nossas cidades e nosso país”.

O vereador Júlio Portela discorreu sobre as mudanças do PV em Itapevi. “Temos uma secretaria nova de meio ambiente e proteção animal. O que ouvimos hoje nos anima a continuar na luta. Em Itapevi chegamos a eleger quatro vereadores verdes, hoje temos um e queremos aumentar de novo nossa representatividade”, resumiu.

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O vereador Neto Amorim, de Barueri, citou algumas ações do PV local, agora sob sua presidência, e colocou o diretório à disposição dos verdes.

Tia Rosa, do PV Osasco, falou da importância da mulher participar, se envolver e, sobretudo a disputar um cargo na política.

Estiveram presentes verdes de Osasco, Jandira, Taboão da Serra, Santana de Parnaíba, Embu Guaçu, Itapevi e Barueri.

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Partido Verde Osasco

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Exposição de fotos em preto e branco retrata cotidiano dos índios do centro oeste do Brasil

Fotos: Raisa Alves

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Ambientalistas e defensores da causa indígena, educadores, ativistas, familiares e crianças prestigiaram a festa de abertura da exposição “Índios: a realidade expressa”, do fotógrafo Walter Sanches, na noite de quinta-feira (18/4) no Espaço Cultural (3º Piso) do Continental Shopping, Jaguaré, São Paulo. Em mais de 40 imagens em preto e branco, a mostra retrata a cultura e o cotidiano dos índios das etnias Karajá, Xerente, Krahò, Tapirapé e Avá-canoeiro, essa última do norte de Goiás.

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A mostra traz três tamanhos de fotos e ainda o painel “Novo mundo?”, com artigo do indigenista Walter Sanches. Na abertura da exposição houve atividade cultural. A poetisa Vera Godoy declamou versos de seu último livro. Emocionado, o instrumentista e compositor Dorgival Nazaro fez a plateia cantar com a música “Amor de Índio”. Rosi Cheque fez uma performance artística (teatro/dança) com os poemas “Silêncio Guerreiro”, de Márcia Wayna Kambeba; e “Dia de Índio”, da poeta osasquense Vera Lúcia Godoy Correia.

Carlos Marx, coordenador da Casaviva, agradeceu a Rodrigo Rufino, gerente de marketing do Continental Shopping, pelo apoio na realização da exposição. Falou da importância da sociedade atuar na defesa da cultura e dos direitos dos índios.

02_SanchesWalter Sanches discorreu sobre seu trabalho de campo com os índios no Mato Grosso, em Goiás e outros estados. “Meu trabalho era voltado para a proteção e defesa dos índios e atuei em várias etnias e tribos”. O fotógrafo foi, por mais de 30 anos, técnico indigenista e chefe de reserva, em Goiás, da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

O desmatamento, os problemas de saúde e o avanço das cidades sobre as matas são alguns fatores que levam índios a migrarem para áreas urbanas. Muitos são vitimas de preconceito e discriminação.

No Brasil os índios quase desapareceram em sua totalidade. Hoje, muitos deles “estão dependentes de novos hábitos e sem recursos, passaram a conviver com doenças como malária e tuberculose… Enfrentam o alcoolismo. Mas apesar das enfermidades crônicas, dos massacres e genocídios enfrentados ao longo da história – tudo em nome da expansão rural – sobreviveram e lutam para manter a dignidade restante”, assinalou Sanches.

04_DorgivalPara o fotógrafo, os índios vão vivendo à margem de uma sociedade que não é a deles. “Teoricamente sobraram-lhes as terras indígenas quase nunca homologadas, onde fazendeiros do entorno criam rebanhos e empreiteiros abrem estradas e fazem investimentos sem indenizações justas e de direito, já que são terras da União. E os lucros cabem unicamente aos investidores. A arte plumária, a pintura corporal e o artesanato utilitário ainda hoje visíveis em algumas etnias – muito mais em fotos do que na realidade – servem de bálsamo para a cultura colonialista e suas instituições tutelares que, das metrópoles urbanas, arvoram-se a buscar soluções à luz da tecnocracia”.

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“Gostei muito das fotos e das apresentações de música, dança e poesia. Sempre é bom conhecer um pouco mais da história dos índios porque eles são parte importante na história do nosso país. Temos que diminuir os preconceitos sobre eles”, comentou a farmacêutica e escritora Maria do Carmo Okada.

“Não podemos ignorar os direitos básicos e fundamentais dos índios. Parabéns aos organizadores pela atividade. Parabéns a Casaviva por levar alegria, cultura e conhecimento para as pessoas. As fotos da exposição conversam com a gente”, disse Rosanilda Silva, empresária do transporte escolar em Osasco.

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Em São Paulo há três reservas indígenas localizadas nos municípios de Avaí, Braúna e Arco Íris. Sob curadoria da Casaviva – cultural e ambiental Osasco e apoio do Continental Shopping, a exposição “Índios: A realidade expressa’ pode ser visitada gratuitamente até o dia 28 de abril, das 10h às 22h, no 3º Piso do Continental Shopping. Endereço: Avenida Leão Machado, 100 – bairro do Jaguaré, na divisa com Osasco.

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